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Integrações de sistemas

Os seus sistemas funcionam. Só não falam uns com os outros

Cada ferramenta que comprou resolve bem o seu problema. O problema é o espaço entre elas, que ninguém vendeu a ninguém e que acabou entregue a uma pessoa com dois separadores abertos.

  • Faturação
  • Loja online
  • Folha de cálculo

Um só registo

Exemplo ilustrativo. Dados fictícios.

O que recebe

  1. Ligações entre as ferramentas que já usa

    Cada dado é escrito uma vez e propaga-se, sem trocar nenhuma das ferramentas.

  2. Uma fonte principal decidida

    Para cada tipo de informação fica decidido e documentado qual é o sistema que manda.

  3. Registo de tudo o que passa

    O que entrou, o que saiu, o que falhou e o que foi tentado outra vez.

Como decorre

  1. Decidir a fonte da verdade

    Antes de ligar seja o que for, decidimos onde cada tipo de informação tem de ser alterado para valer.

  2. Ligar os sistemas

    Por eventos sempre que possível, e por sincronização periódica quando não há eventos.

  3. Reprocessar e avisar

    Quando um serviço falha, a integração guarda o que ficou por entregar, volta a tentar e avisa uma pessoa se desistir.

O que não prometemos

  • Não trocamos as ferramentas que já usa. Trocar de CRM é um projeto muito maior.
  • Sem API, o caminho é menos elegante: exportações agendadas, ficheiros ou leitura direta da base de dados. Dizemos isso à partida.
  • Não ligamos sistemas sem estar decidido qual é a fonte principal de cada informação.
Mais detalhe

Porque é que isto acontece a toda a gente

Ninguém escolhe ter sistemas isolados. Acontece por acumulação. Compra-se a faturação porque era obrigatório, o CRM porque a equipa comercial cresceu, a loja online porque apareceu a oportunidade, e a ferramenta de email porque o gestor de marketing já a conhecia. Cada decisão foi razoável por si.

O que nunca teve dono foi o espaço entre elas. E como esse espaço tinha de ser preenchido por alguém, foi preenchido por pessoas, à mão, sem que ninguém tenha alguma vez decidido que seria assim.

A pergunta que fazemos primeiro

Antes de ligar seja o que for: qual é a fonte da verdade para cada tipo de informação?

Se um cliente muda de morada, onde é que essa mudança tem de ser feita para valer? Se a resposta for “depende” ou “em todos”, a integração ainda não pode ser construída, porque não há forma de resolver conflitos. Decidir isto é chato, dá discussão, e é a diferença entre uma integração que se aguenta e uma que passa a vida a criar duplicados.

Como ligamos

Por eventos, sempre que possível. Quando alguma coisa acontece num sistema, ele avisa e a informação segue logo. É mais rápido e gasta menos.

Por sincronização periódica, quando não há eventos. De cinco em cinco minutos, de hora a hora, uma vez por dia. Escolhe-se conforme a urgência real, não conforme o que parece melhor.

Com reprocessamento, sempre. Serviços vão abaixo, ligações caem, uma resposta demora de mais. Tudo o que montamos assume isso e volta a tentar, com espera crescente, e avisa uma pessoa quando desiste.

O caso mais comum: o site que não fala com o resto

O exemplo que mais aparece é também o mais caro em oportunidade perdida. Alguém preenche um formulário no site. O que devia acontecer é: registo criado, notificação imediata a quem responde, seguimento agendado, e medição.

O que costuma acontecer é chegar um email a uma caixa partilhada. Se a pessoa certa não o vir, ninguém mais sabe que existiu. É por isso que tratamos os websites e a captação como sendo, na prática, uma questão de integração.

Perguntas

O que nos perguntam sempre

E se uma das ferramentas não tiver API?

Acontece, sobretudo em software mais antigo. Nesses casos há quase sempre um caminho: exportações agendadas, ficheiros numa pasta partilhada, base de dados em leitura direta. É menos elegante e dizemos isso à partida, mas resolve.

O que acontece quando um dos sistemas está em baixo?

A integração guarda o que não conseguiu entregar e volta a tentar. O que nunca fazemos é deixar cair informação em silêncio: se ao fim de várias tentativas não passar, alguém é avisado, com o registo do que ficou por entregar.

Isto obriga-nos a mudar de CRM?

Não. O princípio desta frente é exatamente o contrário: manter as ferramentas que já paga e já sabe usar, e resolver o espaço entre elas. Trocar de CRM é um projeto muito maior, e raramente é a solução para dados que não circulam.

Falar connosco

Conte-nos o que está a travar a sua operação.

Descreva o problema por palavras suas. Não precisa de saber o que é preciso construir.

  1. Lemos o pedido.
  2. Respondemos em até uma hora, por email ou telefone, em inglês ou português.
  3. Se fizer sentido, marcamos uma conversa.
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Basta um dos dois: email ou telefone.