Software à medida quando nada do mercado encaixa no seu processo
Construir software próprio é caro de manter e fácil de justificar mal. Por isso a primeira coisa que fazemos é procurar uma razão para não o construir. Quando não encontramos nenhuma, então vale a pena.
Pedidos
Relatórios
- Pedido 1NovoEm curso
- Pedido 2Em curso
- Pedido 3À espera do cliente
- Pedido 4Concluído
Feito para o seu processo
O que recebe
Um sistema feito para o seu processo
Sistemas internos, portais, backoffices ou dashboards que seguem o processo que a empresa tem mesmo.
O código e a documentação
O código é seu, fica num repositório seu, e a documentação é entregue com ele.
Acessos por perfil e registo
Acessos por perfil, registo de quem fez o quê e os dados num sítio, com cópias de segurança verificadas.
Como decorre
Procurar uma razão para não construir
Vemos primeiro se comprar pronto e adaptar resolve. Só quando não resolve é que vale a pena construir.
Levantamento e âmbito escrito
Com o processo mapeado e o âmbito escrito, o preço fica fechado antes de começar.
Construir por fases
Uma parte a funcionar em produção o mais cedo possível, e o resto a seguir.
O que não prometemos
- Não construímos quando comprar pronto e adaptar sai mais barato. Dizemos isso antes de propor orçamento.
- Software à medida tem custo contínuo de manutenção. Não é uma compra única.
- Se o âmbito mudar a meio, é uma conversa nova e explícita, não uma fatura surpresa.
Mais detalhe
A pergunta certa não é “custa quanto”
É esta: o que é que a sua empresa faz de forma diferente, e isso é uma vantagem ou um acidente?
Se for um acidente histórico, o caminho barato é mudar o processo e usar uma ferramenta pronta. Se for aquilo que a distingue, adaptar-se a um software genérico é pagar para ficar igual a toda a gente.
A maior parte das empresas está no primeiro caso. Por isso a maior parte das empresas não devia mandar fazer software. Vale a pena dizer isto numa página que vende software à medida.
Quando construir compensa mesmo
O processo é o produto. A forma como trata os pedidos, prioriza o trabalho ou calcula preços é o que faz os clientes escolherem-no.
Ninguém no mercado tem este problema. Setores específicos, regulamentação própria, modelos de negócio invulgares. Existe software para clínicas e para oficinas; não existe para o que a sua empresa faz.
O custo das licenças ultrapassou o de construir. Acontece com equipas grandes e ferramentas cobradas por utilizador. A partir de certa dimensão a conta inverte-se.
Precisa de dar acesso a gente de fora. Clientes que querem ver o estado do processo, parceiros que precisam de submeter alguma coisa. Portais são difíceis de comprar prontos e relativamente simples de construir.
Como construímos
Por fases, com uma parte a funcionar em produção o mais cedo possível. Não porque seja moda, mas porque a primeira versão de qualquer sistema está errada nalgum ponto, e é melhor descobrir isso com um processo em uso do que com o sistema todo terminado.
Usamos tecnologia aborrecida de propósito. Bases de dados relacionais, linguagens com décadas de vida, alojamento simples. Software à medida vive dez anos, e o que importa é que daqui a cinco anos alguém consiga abrir o código e perceber o que lá está.
É a partir da experiência de manter sistemas a correr, e não só de os lançar, que dizemos o que dizemos sobre custo de manutenção.
O que nos perguntam sempre
Quando é que NÃO vale a pena construir?
Quando o seu processo é comum e existe software pronto que o cobre a 80%. Nesse caso, o certo é comprar e adaptar os 20% com automação ou integração. Construir de raiz só para ter os últimos 20% à medida é a decisão mais cara que se pode tomar, e dizemos isso antes de propor orçamento.
Ficamos dependentes de vocês?
O código é seu, fica num repositório seu, e a documentação é entregue com ele. Se um dia quiser passar a manutenção para outra equipa, o que ela precisa está lá. Dependência técnica é uma forma de prender clientes que não nos interessa.
Quanto custa manter?
Software à medida tem custo contínuo: alojamento, atualizações de segurança, correções e evolução. É uma linha do orçamento, não uma compra única, e falamos disso na proposta e não seis meses depois.
Conte-nos o que está a travar a sua operação.
Descreva o problema por palavras suas. Não precisa de saber o que é preciso construir.
- Lemos o pedido.
- Respondemos em até uma hora, por email ou telefone, em inglês ou português.
- Se fizer sentido, marcamos uma conversa.