OficinaStudio Agendar diagnóstico
Software à medida

Quando nenhuma ferramenta do mercado encaixa no seu processo

Construir software próprio é caro de manter e fácil de justificar mal. Por isso a primeira coisa que fazemos é procurar uma razão para não o construir. Quando não encontramos nenhuma, então vale a pena.

A pergunta certa não é “custa quanto”

É esta: o que é que a sua empresa faz de forma diferente, e isso é uma vantagem ou um acidente?

Se for um acidente histórico, o caminho barato é mudar o processo e usar uma ferramenta pronta. Se for aquilo que a distingue, adaptar-se a um software genérico é pagar para ficar igual a toda a gente.

A maior parte das empresas está no primeiro caso. Por isso a maior parte das empresas não devia mandar fazer software. Vale a pena dizer isto numa página que vende software à medida.

Quando construir compensa mesmo

O processo é o produto. A forma como trata os pedidos, prioriza o trabalho ou calcula preços é o que faz os clientes escolherem-no.

Ninguém no mercado tem este problema. Setores específicos, regulamentação própria, modelos de negócio invulgares. Existe software para clínicas e para oficinas; não existe para o que a sua empresa faz.

O custo das licenças ultrapassou o de construir. Acontece com equipas grandes e ferramentas cobradas por utilizador. A partir de certa dimensão a conta inverte-se.

Precisa de dar acesso a gente de fora. Clientes que querem ver o estado do processo, parceiros que precisam de submeter alguma coisa. Portais são difíceis de comprar prontos e relativamente simples de construir.

Como construímos

Por fases, com uma parte a funcionar em produção o mais cedo possível. Não porque seja moda, mas porque a primeira versão de qualquer sistema está errada nalgum ponto, e é melhor descobrir isso com um processo em uso do que com o sistema todo terminado.

Usamos tecnologia aborrecida de propósito. Bases de dados relacionais, linguagens com décadas de vida, alojamento simples. Software à medida vive dez anos, e o que importa é que daqui a cinco anos alguém consiga abrir o código e perceber o que lá está.

Hoje temos 5 sistemas em produção com utilizadores diários, incluindo produtos com clientes pagantes. É a partir dessa experiência de os manter a correr, e não de os lançar, que dizemos o que dizemos sobre custo de manutenção.

Isto é consigo?

Sinais de que vale a pena mexer

  • Já testou várias ferramentas e nenhuma serviuNão por serem más, mas por assumirem um processo diferente do seu.
  • Paga licenças e usa uma fração do que elas fazemE o que precisa mesmo continua a ser feito por fora, à mão.
  • O seu processo é o que o distingue da concorrênciaAdaptá-lo a um software genérico seria apagar a vantagem.
  • Vive dentro de folhas de cálculo partilhadasCom fórmulas que só uma pessoa entende e ninguém se atreve a mexer.
  • Precisa de dar acesso a clientes ou parceirosE hoje isso é feito por email, com anexos e versões trocadas.
  • Os relatórios que precisa não existem em lado nenhumPorque cruzam informação que está espalhada por quatro sistemas.
A diferença

Antes e depois

Hoje
  • Três ferramentas a fazer meio trabalho cada uma
  • Folhas de cálculo como sistema, sem controlo de acessos
  • O processo real vive fora do software
  • Cada relatório novo é um trabalho manual
Depois
  • Um sistema que segue o processo que a empresa tem mesmo
  • Acessos por perfil e registo de quem fez o quê
  • Os dados num sítio, com cópias de segurança verificadas
  • Relatórios que saem sozinhos
Só agora a tecnologia

Com o que trabalhamos

Deixámos esta lista para o fim de propósito. A ferramenta é a última decisão, não a primeira.

  • Sistemas internos de gestão
  • Backoffices
  • Portais para clientes
  • Dashboards
  • Aplicações web
  • Aplicações móveis, quando necessárias
  • Bases de dados
  • Autenticação e perfis
  • Alojamento na União Europeia
Perguntas

O que nos perguntam sempre

Quando é que NÃO vale a pena construir?

Quando o seu processo é comum e existe software pronto que o cobre a 80%. Nesse caso, o certo é comprar e adaptar os 20% com automação ou integração. Construir de raiz só para ter os últimos 20% à medida é a decisão mais cara que se pode tomar, e dizemos isso antes de propor orçamento.

Ficamos dependentes de vocês?

O código é seu, fica num repositório seu, e a documentação é entregue com ele. Se um dia quiser passar a manutenção para outra equipa, o que ela precisa está lá. Dependência técnica é uma forma de prender clientes que não nos interessa.

Quanto custa manter?

Software à medida tem custo contínuo: alojamento, atualizações de segurança, correções e evolução. É uma linha do orçamento, não uma compra única, e falamos disso na proposta e não seis meses depois.

Fazem aplicações móveis?

Quando fazem falta. Muitas vezes o que é preciso é um site que funcione bem no telemóvel, o que custa uma fração e não obriga ninguém a instalar nada. Aplicação nativa justifica-se quando é preciso funcionar sem rede, usar a câmara de forma intensiva ou enviar notificações.

Como é que fecham o preço antes de começar?

Porque não começamos sem o levantamento feito. Com o processo mapeado e o âmbito escrito, o risco fica dentro do razoável. Se o âmbito mudar a meio, isso é uma conversa nova e explícita, não uma fatura surpresa.

Diga-nos o que está a travar o seu negócio

Uma conversa de 30 minutos chega para perceber onde está o problema e se vale a pena mexer. Resposta habitual em 24 horas.