Um site bonito que não capta ninguém é uma despesa
A página é a parte fácil. O que decide se o site paga o que custou é o que acontece nos cinco minutos a seguir a alguém carregar em enviar, e é essa parte que quase nunca é construída.
O site não é a entrega. O contacto é.
Vale a pena separar duas coisas que costumam vir juntas e não são a mesma.
A página é o que se vê: a mensagem, as imagens, a estrutura. Importa, e é a parte visível do investimento.
O processo é o que acontece a seguir: o dado gravado, o aviso enviado, o seguimento marcado, o número medido. É invisível, é onde está o valor, e é o que quase nunca faz parte do orçamento de um site.
Um site com uma página excelente e nenhum processo produz o mesmo resultado de um site sem página nenhuma: contactos que chegam a uma caixa de email e ficam à espera de sorte.
O que montamos por trás do formulário
Validação e registo. Os dados vão para uma base de dados, com a origem, a data e o texto exato do consentimento aceite. Não é burocracia: é o que permite provar consentimento se alguém perguntar.
Aviso imediato. Quem tem de responder recebe o pedido no momento, com a mensagem lá dentro e um botão para responder diretamente à pessoa. Sem ter de abrir outro sistema para saber quem chegou.
Confirmação a quem escreveu. Uma mensagem curta que diz que chegou e quando esperar resposta. Custa quase nada e é a diferença entre parecer uma empresa e parecer um formulário.
Seguimento. Se ninguém responder dentro de um prazo, alguém é avisado outra vez. Contactos perdem-se por esquecimento, não por má vontade.
Medição. Quantos pedidos entraram, de que páginas vieram, quantos tiveram resposta e em quanto tempo. Quatro números que permitem discutir factos em vez de impressões.
Sobre desempenho, sem exagero
Um site rápido não é uma questão de orgulho técnico. Metade das visitas vem de telemóvel, muitas vezes com rede fraca, e uma página lenta perde pessoas antes de mostrar seja o que for.
Isso consegue-se com escolhas aborrecidas: pouco código, imagens no tamanho certo, nada de bibliotecas grandes para efeitos que ninguém pediu. Este site, incluindo as páginas que está a ler, segue essa regra.
Sinais de que vale a pena mexer
- O site tem visitas e quase nenhum contactoO problema pode não ser o tráfego. Pode ser não haver onde carregar.
- Os contactos chegam a uma caixa de email partilhadaSe a pessoa certa não vir, mais ninguém sabe que existiu.
- Não sabe quantos contactos recebeu no mês passadoSem esse número, não há forma de saber se alguma mudança funcionou.
- O contacto do site é um telefone numa imagemNão é clicável no telemóvel, e não deixa registo nenhum.
- Responde-se aos pedidos quando há tempoE quem pediu orçamento a três empresas já escolheu a que respondeu primeiro.
- Vai investir em anúncios sem ter para onde os mandarPagar tráfego para uma página que não converte é o erro mais caro.
Antes e depois
- Formulário que envia um email e mais nada
- Contactos perdidos numa caixa partilhada
- Nenhum número sobre quantos pedidos entram
- Resposta em dias, quando alguém se lembra
- Cada contacto fica registado com origem e consentimento
- Aviso imediato a quem tem de responder
- Seguimento agendado, não dependente de memória
- Um número por mês, comparável com o mês anterior
Com o que trabalhamos
Deixámos esta lista para o fim de propósito. A ferramenta é a última decisão, não a primeira.
- Sites institucionais
- Landing pages
- Formulários com consentimento RGPD
- Registo em base de dados
- Notificação imediata
- Ligação ao CRM
- Seguimento automático
- Medição de origem
- Desempenho e acessibilidade
- Alojamento na União Europeia
O que nos perguntam sempre
Já tenho site. Vale a pena refazer?
Muitas vezes não. Se a estrutura está razoável, o que costuma faltar é a captação e o processo por trás, e isso monta-se sobre o site que já existe por uma fração do custo. Refazer justifica-se quando o site é lento, não funciona bem no telemóvel ou não é possível mexer-lhe.
O que acontece exatamente quando alguém preenche o formulário?
No que montamos: os dados são validados e gravados com a data e o texto exato do consentimento; é enviado um aviso imediato a quem responde, com a mensagem já lá dentro; a pessoa recebe confirmação; e fica registada a página de onde veio. Nada disto depende de alguém estar a olhar para o email.
E o RGPD?
O consentimento tem de ser demonstrável, não apenas recolhido. Guardamos a data e o texto que a pessoa aceitou, porque um consentimento que não se consegue provar não vale nada perante a lei. A política de privacidade tem de dizer o que se faz com os dados, quanto tempo se guardam e como se pedem apagados.
Precisamos de banner de cookies?
Só se usar cookies que o obriguem a isso. Um site institucional sem rastreio publicitário nem análise de comportamento não precisa de consentimento de cookies, e fica mais rápido e mais simples. Prefira essa via enquanto puder.
Servem como página de destino para anúncios?
É para isso que são desenhadas: mensagem clara acima da dobra, um pedido só, pouco ruído e carregamento rápido. Faz sentido tratar disto antes de começar a pagar tráfego, e não depois.
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Diga-nos o que está a travar o seu negócio
Uma conversa de 30 minutos chega para perceber onde está o problema e se vale a pena mexer. Resposta habitual em 24 horas.