Digitalizar uma empresa da margem sul começa por ir ver como ela trabalha
Uma empresa do Montijo, do Seixal ou de Setúbal não precisa de atravessar a ponte para ter o site, a ficha Google e as automações feitas. Vamos lá, vemos como se trabalha e só depois propomos o que mudar. Com o resto do país trabalhamos por videochamada; na margem sul, sentamo-nos à mesa.
Dados públicos confirmados nas fontes oficiais a 12 de setembro de 2026.
O Oficina Studio tem sede no Montijo e faz a digitalização de pequenas empresas: criação de sites, ficha Google, atendimento por WhatsApp, automações e sistemas à medida. Trabalhamos com empresas de todo o país por videochamada, mas nos nove concelhos da península de Setúbal vamos ao local, porque é lá que se percebe como a empresa trabalha. A primeira conversa são 30 minutos, presencial ou por videochamada, e respondemos a contactos em até uma hora.
O que muda por trabalhar com uma empresa do Montijo
Não somos a única empresa de sites na margem sul, e a morada não faz um site melhor. O que muda são três coisas práticas.
A reunião é onde a empresa está. Montijo, Alcochete, Barreiro, Moita, Seixal, Almada, Sesimbra, Palmela ou Setúbal: marcamos no seu espaço, não num escritório do outro lado do rio. Para quem tem uma loja ou uma oficina aberta, uma manhã fora é uma manhã sem vender.
Vemos a operação antes de mexer nela. Meia hora ao balcão, na receção ou no parque de um stand ensina mais do que uma hora de videochamada. Vê-se quem atende o telefone, onde se aponta a marcação e quantas vezes a mesma coisa é escrita. É daí que sai a lista do que vale a pena mudar.
A mesma hora, a mesma língua, a mesma lei. Parece óbvio até se pesquisar «agência digital Setúbal» e aparecerem, entre os primeiros resultados, páginas de agências brasileiras. Um site de uma empresa portuguesa tem de estar em português de Portugal, com preços em euros e IVA, e cumprir o RGPD.
Quantas empresas há na margem sul, e de que tamanho?
Nos nove concelhos da península de Setúbal havia 99.962 empresas em 2024, segundo a Pordata, e 97.123 eram micro empresas: empregam menos de 10 pessoas e têm um volume de negócios ou um balanço anual que não passa dos 2 milhões de euros. São 97,2% do total, acima dos 96,0% do país inteiro.
| Concelho | Empresas | Micro empresas | Peso das micro |
|---|---|---|---|
| Almada | 24.623 | 24.059 | 97,7% |
| Seixal | 20.316 | 19.769 | 97,3% |
| Setúbal | 15.896 | 15.387 | 96,8% |
| Palmela | 8.375 | 7.995 | 95,5% |
| Barreiro | 8.149 | 7.959 | 97,7% |
| Montijo | 7.280 | 7.035 | 96,6% |
| Sesimbra | 7.194 | 7.013 | 97,5% |
| Moita | 5.809 | 5.682 | 97,8% |
| Alcochete | 2.320 | 2.224 | 95,9% |
| Península de Setúbal | 99.962 | 97.123 | 97,2% |
| Portugal | 1.510.274 | 1.450.548 | 96,0% |
Fonte: Pordata, Retratos dos municípios, emprego e empresas, com dados do INE, ano de referência 2024. Totais da península e percentagens: soma nossa dos nove retratos.
Isto muda o trabalho. Numa empresa de três ou cinco pessoas não há ninguém livre para gerir um projeto de software. O que se constrói tem de funcionar sem supervisão diária e ser explicado a quem o vai usar, no sítio onde o vai usar.
Na margem sul, o digital muda muito de setor para setor
Em setembro de 2026 fizemos um levantamento a negócios da margem sul para saber quem tem presença própria na internet. Os números mudam tanto de setor para setor que o ponto de partida também muda.
| Setor | O que se mediu | Resultado |
|---|---|---|
| Stands automóveis | Com domínio próprio | 87% |
| Clínicas de estética | Com site | 72% |
| Churrasqueiras e take-away | Com domínio próprio | 13% |
| Churrasqueiras e take-away | Sem endereço web nenhum | 65% |
Levantamento do Oficina Studio a negócios da margem sul, setembro de 2026.
Nos stands, quase todos têm site; falta o stock lá dentro e em dia. Por isso a página para stands automóveis fala de manter a montra ligada ao parque, não de ter um site.
Nas clínicas de estética, sete em cada dez têm site, mas a marcação continua a ser alguém a ler mensagens entre sessões. É por aí que começa a página para clínicas de estética.
Nas churrasqueiras e take-away, dois terços não têm endereço web nenhum e um em cada cinco está só numa rede social. Aqui um site grande seria dinheiro mal gasto. O primeiro passo é a ficha Google certa e uma página simples com a ementa, o horário e o telefone.
A ficha Google vale tanto como o site
Para um negócio local, a ficha do Google (o Perfil da Empresa no Google) é muitas vezes a primeira coisa que o cliente vê, antes de qualquer site. É o que aparece quando alguém escreve «oficina perto de mim» no telemóvel, com o mapa, o horário e as avaliações.
O próprio Google diz que os resultados locais dependem sobretudo de relevância, distância e popularidade, que informação completa e correta e avaliações positivas ajudam a aparecer, e que não se pode pagar para subir (Ajuda do Perfil da Empresa no Google).
A distância não se controla. O resto sim: categoria certa, horário verdadeiro (feriados incluídos), fotografias atuais, site ligado à ficha e o hábito de pedir avaliações e de lhes responder. Por isso a ficha entra no nosso trabalho desde o início.
Por onde começar a digitalizar uma empresa da margem sul
Organizamos o trabalho em três frentes. Numa empresa pequena raramente se faz tudo de uma vez; escolhe-se a frente que custa mais.
Que o encontrem
Restaurantes, cafés e comércio de rua vivem de quem passa e de quem pesquisa ali perto. Ficha Google em ordem, um site rápido no telemóvel com horário, preços e como chegar e, quando faz sentido, uma loja online. Como fazemos a criação de sites está em websites e captação.
Que ninguém fique sem resposta
Clínicas, oficinas e serviços ao domicílio perdem clientes por uma razão simples: quem está a trabalhar não pode atender. A resposta imediata pelo WhatsApp, a marcação com as vagas verdadeiras e o lembrete na véspera tratam do que chega fora de horas, e passam a conversa a uma pessoa quando é preciso.
Deixar de fazer à mão
Stands, empresas de serviços e pequenos armazéns escrevem muitas vezes a mesma informação em três sítios: faturação, Excel e portal ou site. A automação de processos liga essas peças para que a informação se escreva uma vez. Em Setúbal, em Palmela ou no Seixal, a automação de processos começa sempre por contar quantas vezes a mesma coisa é escrita por semana.
Como funciona, do primeiro contacto em diante
Respondemos em até uma hora. Segue-se um diagnóstico de 30 minutos, presencial ou por videochamada: o que existe, onde se perde tempo e por onde começaríamos.
Depois, quatro passos: ouvir quem faz o trabalho, escolher o que compensa mudar, construir e confirmar que ficou a funcionar. O preço e o que entra no projeto ficam fechados por escrito antes de começar. Se a conclusão for que não vale a pena mexer, é isso que lhe dizemos. Numa operação maior, o diagnóstico de operação faz isto com mais tempo e números.
Trabalhamos em todo o país
A margem sul é onde vamos ao local, não o limite do nosso trabalho. Com uma empresa de Braga ou de Faro, o trabalho seria o mesmo, por videochamada e com o ecrã partilhado. Só muda a visita.
Se tem uma empresa no Montijo ou noutro concelho da margem sul e quer saber por onde começaria, a conversa de 30 minutos serve para isso. No fim sabe o que faríamos primeiro, mesmo que decida não avançar.
Sinais de que o digital da empresa ficou parado
- Quem pesquisa «perto de mim» encontra o vizinhoE o vizinho nem sempre é melhor. Só tem a ficha Google mais bem tratada.
- A ficha Google ainda tem o horário antigoO cliente chega, encontra a porta fechada e deixa uma avaliação a dizê-lo.
- A empresa só existe numa rede socialUm perfil no Facebook ou no Instagram é um endereço emprestado: as regras e o alcance são decididos por outra empresa.
- As mensagens do WhatsApp respondem-se ao fim do diaQuem pediu preço a três sítios já escolheu o que respondeu primeiro.
- A mesma informação é escrita em três sítiosNo programa de faturação, numa folha de Excel e no site, sempre pela mesma pessoa.
- Já pagou um site que ninguém atualizaFoi feito uma vez, e hoje mostra preços, fotografias ou serviços que já não existem.
Antes e depois
- Ficha Google criada há anos e nunca mais revista
- Pedidos de preço espalhados entre telemóvel, email e redes
- A mesma informação escrita à mão em vários sistemas
- Reuniões em Lisboa, ou só por email, com quem nunca viu a empresa
- Ficha com horário, categoria e fotografias certos, ligada ao site
- Cada pedido tem resposta, mesmo fora de horas
- A informação escreve-se uma vez e aparece onde tem de aparecer
- Reunião no seu espaço, com quem viu a operação a funcionar
O que fazemos, no Montijo e no resto do país
Deixámos esta lista para o fim de propósito. A ferramenta é a última decisão, não a primeira.
- Reunião presencial na península de Setúbal
- Visita ao local para ver a operação
- Sites e lojas online
- Ficha Google (Perfil da Empresa)
- Atendimento por WhatsApp
- Marcações online
- Automação de processos
- Integrações entre sistemas
- Painéis de gestão
- Software à medida
O que nos perguntam sempre
Fazem reuniões presenciais fora do Montijo?
Sim, em qualquer dos nove concelhos da península de Setúbal: Montijo, Alcochete, Barreiro, Moita, Seixal, Almada, Sesimbra, Palmela e Setúbal. A reunião é no seu espaço, porque é lá que se percebe como a empresa trabalha. Fora da península trabalhamos por videochamada, com o ecrã partilhado.
Só trabalham com empresas da margem sul?
Não. Trabalhamos com empresas de todo o país, e a maior parte do trabalho faz-se bem à distância. A margem sul é onde podemos ir ao local sem que isso pese no projeto, o que ajuda sobretudo na primeira fase, quando é preciso ver a operação.
Um negócio local precisa de site ou chega a ficha do Google?
Depende do negócio. Para um restaurante ou um take-away, a ficha Google bem tratada e uma página simples com ementa, horário e telefone resolvem quase tudo. Quando há stock, marcações ou serviços que precisam de explicação, o site passa a fazer falta. Dizemos qual é o caso antes de propor seja o que for.
Quanto custa criar um site para uma empresa no Montijo?
O preço do nosso trabalho fica fechado por escrito depois da primeira conversa, quando já se sabe o que entra. Como referência, no mercado português observamos sites simples entre cerca de 800 e 3.000 euros, e ofertas locais abaixo de 200 euros. Confirme sempre se o valor que lhe apresentam inclui IVA, que é de 23% no continente.
Fazem informática para empresas no Montijo, como reparar computadores?
Não é esse o nosso trabalho: não fazemos assistência técnica a computadores nem a impressoras. Fazemos sites, ficha Google, atendimento por WhatsApp, automações e sistemas à medida, que é a parte da informática que ajuda a empresa a ser encontrada e a trabalhar menos à mão.
Para continuar a ler
Mapear a operação, encontrar o trabalho manual caro e priorizar por impacto a dividir por esforço.
Solução Automação de processosTrabalho manual e repetido passa a correr sozinho, de ponta a ponta, com registo de tudo o que acontece.
Solução Websites e captaçãoA página, a captura e o que acontece depois do formulário: registo, aviso imediato, seguimento e medição.
Diga-nos o que está a travar o seu negócio
Uma conversa de 30 minutos chega para perceber onde está o problema e se vale a pena mexer. Respondemos em até uma hora.