O carro já foi vendido. E continua no site
Um stand não vive do site. Vive dos carros que estão no parque e das pessoas que ligam por eles. O problema é que essas duas coisas quase nunca estão ligadas, e quem paga o preço é sempre quem tem menos tempo.

Stands automóveis
- A montra
- A ficha de cada carro
- A ficha do Google
- O painel do stock
A operação ligada
Nem toda a gente precisa do mesmo
Os carros só aparecem no portal de anúncios, ou só no vidro do stand. Quem procura o vosso nome no Google encontra a morada e pouco mais.
Não é o site que vende carros. Mas hoje ninguém entra num stand sem ver primeiro o que lá está, e se não houver onde ver, a visita não acontece.
- Uma montra com os vossos carros, com fotos, quilómetros e preço
- Um botão que leva a pessoa ao WhatsApp já a dizer por que carro está a ligar
- A ficha do Google arrumada, para quem procura o nome encontrar o stock
- Um sítio só para pôr e tirar carros, sem depender de ninguém
Por onde começamosComeçamos pela montra e por um sítio onde vocês metem os carros. Sem isso, tudo o resto é conversa.

Há site, mas sem carros nenhuns, ou com carros que já se venderam há meses. Foi feito uma vez e nunca mais ninguém lhe tocou.
Um site com carros vendidos dá pior imagem do que não ter site. Quem liga por um carro que já saiu fica com a ideia de que o stand está ao abandono.
- Ligamos o site ao stock, para deixar de haver duas listas
- O carro entra uma vez e aparece online sozinho
- Marcado como vendido, sai da montra na hora
- As fotos e o texto ficam num sítio só, não em três
Por onde começamosComeçamos por juntar as duas listas numa. A partir daí o site deixa de precisar de alguém a lembrar-se dele.

O site tem os carros certos e o portal também. Só que alguém escreve tudo duas ou três vezes, e passa parte da semana a fazer isso.
Já fizeram o difícil, que é manter aquilo em dia. O que falta não é organização, é deixar de fazer o mesmo trabalho três vezes.
- O carro escreve-se uma vez e vai sozinho para onde tem de ir
- Painel com dias em parque, consignação e preço mínimo à vista
- Cada contacto chega a dizer por que carro veio e por onde
- No fim do mês, o que se vendeu e o que ficou parado sai sozinho
Por onde começamosComeçamos por seguir um carro vosso do parque até à venda, a contar quantas vezes alguém o escreveu à mão.

O que costumamos encontrar
- O mesmo carro escrito três vezesEntra no parque, e alguém escreve tudo outra vez no portal e outra vez no site. Fotos, quilómetros, preço. Depois vende-se e é preciso ir aos três apagar.
- Ligam por um carro que já não existeVendeu-se há duas semanas e continua online. A pessoa liga cheia de vontade e a conversa começa com uma desilusão.
- Chega uma mensagem a dizer só que tem interesseInteresse em qual? O vendedor pergunta, espera, e às vezes a resposta nunca vem. A pessoa carregou num carro certo e isso perdeu-se pelo caminho.
- Só o patrão sabe até onde pode descerQue carros estão parados há três meses, quais são à consignação, e abaixo de que valor não se vende. Quando ele não está, ninguém decide.
A Auto Corvina não existe. O trabalho existe
Em vez de vos pedirmos que imaginem, inventámos um stand e montámos-lhe tudo: o nome, o símbolo, o site, a ficha de cada viatura e a conversa que chega ao telemóvel. Está no ar e pode clicar-se.

- Nome e símboloDuas lâminas azuis que fazem o A e o C, e o nome em itálico. Desenhados para este stand, não saíram de um catálogo.
- Azul, preto e brancoO azul vale mais por aparecer pouco. Fica nos botões e no símbolo; o resto é preto e branco, como numa marca de automóveis.
- As fotos de todos os carrosTiradas no mesmo sítio, com a mesma luz. É o que faz o stock parecer um parque, e não uma pilha de anúncios soltos.



O que fica montado
Nem todo o stand precisa de tudo. Estas são as peças que costumam entrar, e cada uma resolve uma coisa que hoje se faz à mão.
- A montraO site do stand, com o stock que está mesmo no parque.
- A ficha de cada carroQuilómetros, histórico, extras e preço à vista, sem ter de telefonar a perguntar.
- A ficha do GoogleQuem procura o stand no telemóvel encontra as horas certas e o caminho.
- O painel do stockQue carros entraram, há quantos dias estão parados e quanto isso custa.
- A lista de contactosCada pessoa que perguntou, e por que carro perguntou, num sítio só.
- A resposta na horaO WhatsApp sai sozinho com o carro certo, mesmo às onze da noite.
- O lembreteDois dias depois, se ninguém respondeu, sai uma vez. Nunca duas.
- As peças ligadasO carro escreve-se uma vez e aparece em todo o lado onde tem de aparecer.
O que acontece quando alguém pergunta por um carro
Isto não é um esquema do que poderia ser. É o percurso montado no stand de demonstração, do clique no site até ao momento em que o computador se cala e chama uma pessoa.
- 1No siteAlguém pede contactoEstá na ficha do Corolla e carrega no botão. Nome e telemóvel. Mais nada.
- 212 segundos depoisChega o WhatsApp, com o carro lá dentroNão é um «recebemos o seu pedido». É o carro por que perguntou, com o link certo.
- 32 dias depoisO lembrete que ninguém se lembra de fazerSai sozinho, uma vez só, e só se ninguém tiver respondido entretanto.
- 4A pessoa respondeO sistema cala-se e chama uma pessoaDaqui para a frente é a Rita a escrever. O contacto sobe no painel com o carro colado.
- Pedido recebido no site · ficha do Toyota Corolla
- Boa tarde, João. É a Rita, do stand Auto Corvina. Chegou agora o seu pedido sobre este carro:14:32
- Toyota Corolla 1.8 Hybrid2021 · 68.400 km · Automática21.900 €autocorvina.pt/viaturas/toyota-corolla-1-8-hybrid14:32
- Está no parque e pode vê-lo hoje até às 19h. Se quiser, digo-lhe já quanto vale o seu carro na retoma.14:32
- Sem resposta · 2 dias depois
- João, bom dia. O Corolla continua disponível. Quer que lhe guarde uma hora esta semana para o ver?10:15
- Bom dia. Sim, sábado de manhã dava-me jeito.10:22
- A automação pára aqui. A Rita recebe o aviso e responde.
As mensagens acima são as do stand de demonstração. Num stand a sério mudam o nome, o tom e as horas, mas a mecânica é esta: o carro vai colado ao contacto desde o primeiro segundo, e ninguém tem de perguntar «era por qual carro?».
Ver o stand de demonstração inteiroDez páginas, oito carros, tudo fictício e assinalado como tal.O mesmo dia, de duas maneiras
Nada disto é sobre tecnologia. É sobre onde é que o tempo do stand se perde.
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Como costuma ser
O carro é escrito no Standvirtual, no OLX, no site e no Facebook. Quatro vezes.
Depois de montadoEscreve-se uma vez. Aparece em todos os sítios com o mesmo preço.
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Como costuma ser
Vende-se um carro à sexta e ele fica no site até alguém se lembrar de o tirar.
Depois de montadoSai da montra no minuto em que se marca como vendido.
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Como costuma ser
Chega um contacto a dizer «tenho interesse». Interesse em qual?
Depois de montadoO contacto chega com o carro colado, a matrícula e a hora a que perguntou.
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Como costuma ser
Quem responde é quem estiver livre, e às vezes não está ninguém.
Depois de montadoA primeira resposta sai sozinha em segundos. A segunda é de uma pessoa.
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Como costuma ser
O follow-up depende de alguém se lembrar. Ao fim de semana não se lembra.
Depois de montadoO lembrete sai ao segundo dia, uma vez só, e só se ninguém respondeu.
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Como costuma ser
Saber quantos dias um carro está parado obriga a abrir a folha e contar.
Depois de montadoEstá à vista no painel, por carro, sem contar nada.
Não se monta tudo ao mesmo tempo
Cada nível assenta no anterior. Começa-se onde faz falta e para-se onde deixa de compensar, e isso decide-se na conversa, não aqui.
A montra
Para quem não tem site, ou tem um que já não diz a verdade.
- Site do stand, feito para o telemóvel
- Ficha de cada viatura com preço e histórico
- Formulário e botão de WhatsApp
- Ficha do Google afinada
A operação ligada
Para quem já tem montra mas perde contactos pelo caminho.
Tudo o que está na montra, mais- Lista de contactos com o carro colado a cada um
- Resposta automática por WhatsApp
- Lembrete de seguimento ao segundo dia
- Stock que se escreve uma vez e aparece em todo o lado
O sistema do stand
Para quem já tem tudo a andar e quer que o negócio caiba num painel.
Tudo o que está na operação ligada, mais- Painel com dias em parque e margem por viatura
- Ligação ao que já usam, sem trocar de ferramentas
- Regras próprias do stand, não regras de outro qualquer
- IA onde poupa mesmo trabalho, e só aí
Não há preços aqui de propósito. O que custa depende do que já existe no stand, e isso sabe-se na primeira conversa, não antes dela.
Uma casa pequena, com coisas a correr agora
Não somos uma agência com uma equipa de trinta pessoas. Somos um estúdio que constrói sistemas e fica a olhar para eles depois de entregues.
Estes números são da Oficina Studio, não deste sector. Quando houver um stand a correr connosco e a autorizar que se diga, o número dele fica aqui. Até lá, preferimos os pequenos e verdadeiros.
Como se monta um stand do zero
Este é o percurso que a Auto Corvina levou, e é o mesmo que um stand a sério leva. Não há números de resultado aqui porque ainda não há um stand nosso que os possa autorizar.
- Semana 1 Ver o que já existe Onde está o stock hoje, quem escreve os anúncios, quantas vezes o mesmo carro é escrito, e por onde chegam os contactos.
- Semana 1 Marca e nome Símbolo, cor e letra. Neste caso do zero, porque o stand era inventado. Num stand a sério normalmente já existe alguma coisa e respeita-se.
- Semanas 2 a 3 A montra no ar Site, ficha de cada viatura, formulário e botão de WhatsApp. A partir daqui já há para onde mandar as pessoas.
- Semana 4 Os contactos organizados Cada pergunta passa a chegar com o carro colado. A resposta automática entra e o lembrete do segundo dia também.
- Depois Ficar a olhar A parte que quase ninguém faz. Ver o que está a partir, o que ninguém usa, e arrumar isso antes de virar queixa.
Quando houver um stand a correr connosco e a autorizar que se diga, os números dele ficam aqui. Até lá, preferimos não ter números a ter números inventados.
Mais detalhe
Porque é que isto se resolve com um sistema e não com mais esforço
A maior parte dos stands que vemos não tem um problema de vontade. Tem um problema de trabalho repetido. O mesmo carro é escrito no portal, no site e num caderno, e quando se vende é preciso ir aos três apagar. Ninguém faz isso mal por preguiça. Faz-se tarde porque há sempre um cliente à frente.
O que muda quando existe um sítio só é que a pergunta deixa de ser “quem é que se lembra de tirar aquele carro do site”. Marca-se como vendido e sai. É a mesma pessoa a fazer menos vezes a mesma coisa.
O que não fazemos
Não vendemos um site bonito e vamo-nos embora. Um site que precisa de alguém a atualizá-lo todos os dias não tira trabalho a ninguém, acrescenta. Se a montra não estiver ligada ao stock, mais vale continuarem só no portal.
Perguntas
E se já tivermos um programa de gestão de stands?
Então provavelmente não precisam de nós, e dizemos isso. Só faz sentido se houver uma ponte que falte, como o portal ou a faturação.
As frentes que costumam contar
As ferramentas que já usa passam a trocar informação entre si, sem substituir nenhuma.
Automação de processos O trabalho que se repete não devia ocupar ninguémTrabalho manual e repetido passa a correr sozinho, de ponta a ponta, com registo de tudo o que acontece.
Websites e captação Um site bonito que não capta ninguém é uma despesaA página, a captura e o que acontece depois do formulário: registo, aviso imediato, seguimento e medição.
O que nos perguntam
Temos de mudar o site que já temos?
E os carros que estão à consignação?
Quem é que mete os carros no sistema?
Diga-nos o que está a travar o seu negócio
Uma conversa de vinte minutos, gratuita e sem compromisso, chega para perceber onde está o problema e se vale a pena mexer. Respondemos em até uma hora.
Respondemos em até uma hora.